50 tons de procrastinação

Até essa postagem eu consegui procrastinar. Tô pro mesmo no lance.
Então, vim falar sobre algo que atinge todas as camadas sociais da humanidade.

Procrastinar, do latim Procrastinare, Deixar algo para ser feito mais tarde, depois. (Geralmente, nunca mais tocar naquilo e esquecer pelo resto da existência até o fim dos tempos)

Acredito que escreverei uns três posts específicos sobre isso. (e como procrastinar afetou e muito a minha vida. Negativamente, claro.)


Teste rápido - "Eu sou um procrastinador?" 

a) Sempre que você senta para estudar/trabalhar/produzir conteúdo ou similares, você se distrai com absolutamente qualquer coisa?

b) Você pensa que está concentrado em uma atividade e quando menos espera, se pega pensando em duendes, aquecimento global e teoria da conspiração?

c) Vá no seu quarto e dê uma boa olhada em volta. Há algum projeto (ou trabalho a ser feito, roupa pra ser lavada, lâmpada a ser trocada...) que você ainda não fez? 


  Se sua resposta foi "sim" para pelo menos duas perguntas, tenho péssimas notícias pra te dar...

Caaaaalma. Vamos encarar os fatos.

Eu sempre acreditei que a procrastinação era feita de fases, estilo negação.

(1º) Fase da ilusão - "Vou me planejar e fazer tudo nos prazos"
(2º) Fase da distração - "Esses vídeos de gatinhos tocando teclado estão bem mais interessantes"
(3º) Fase da revolta- "PUTAMERDA NÃO FIZ NADA QUE EU DEVERIA TER FEITO"
(4º) Fase do arrependimento - "Nunca mais vou fazer isso."
(5º) Fase do engano - "Eu posso fazer isso mais tarde. Se eu começar agora, eu terei 5 horas até..."

   Agora que nós já diagnosticamos, surge o enigma: como sair do playground ilusório e vicioso da procrastinação?



   Bem, o primeiro passo é traçar metas e prazos.(mas tem que cumprir, cara.) Primeiro, metas pequenas com prazos confortáveis. Depois, com o costume, condicionar mais coisas com metas menores. Só isso? Claro que não. 

Mas, nosso Ultimate guide for procrastination continua na próxima postagem. Enquanto isso, vamos tentar procrastinar menos. 
Pelo menos, né?

Por Isabelle Iwamura

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